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Alemanha 1 – 2 Itália (Crónica)

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Mais uma vez a Itália chutou a Alemanha para fora de uma final de uma grande competição internacional. Foi assim em 2006 e na passada quinta-feira a história voltou a repetir-se. Mario Balotelli foi simplesmente corrosivo e apontou os dois golos da vitória “Azurra”. Fantástico!

Nos primeiros 20 minutos da partida o jogo foi simplesmente táctico. Aproximações de parte a parte mas nenhum domínio digno de registo. Resumindo, dois gigantes do Velho Continente a respeitarem-se mutuamente.

Após 20 minutos sem grand virtuosismo e brilhantismo, eis que surge Cassano a cruzar para o interior da área alemã, onde, a fugir à marcação de Badstuber estava Balotelli. O jogador italiano não desaproveitou a excelente assistência do compatriota e colocou a bola no fundo das redes da equipa comandada por Joachim Low.

Após o golo todos pensariam que a Alemanha iria reagir. Não passou disso. A Itália tomou as rédeas do jogo e desatou a jogar como ninguém esperaria. O trio do meio-campo não deixava os alemães ter a bola em seu poder e, com um Cassano endiabrado foram para cima do adversário proporcionando verdadeiros momentos de espectáculo. Uma Itália irreconhecível, diria eu.

Aos 36 minutos e , seguindo a linha que o jogo estava a seguir, Montolivo, num movimentos característico descobre Balotelli com um passe para a velocidade do avançado do Manchester City, este não desperdiça a oportunidade e, em cima da linha da área alemã, desferiu um remate que deixaria Manuel Neuer sem a mínima hipótese.

Após este segundo golo, a Itália deu literalmente um banho táctico à Alemanha. A equipa do Norte da Europa nunca conseguiu encontrar-se e, para além da imagem de Mario Balotelli tirando a  a camisola e exibindo os seus músculos, a realização mostrou também o desalento dos alemães. Não era para menos.

Vindos do intervalo com a obrigação de marcar um golo para poderem relançar a partida, a Alemanha mostrou mais futebol e obrigou a Itália a recuar. Lahm teve aos 50m uma boa oportunidade que não concretizou e mais tarde aos 63m foi Buffon, na minha opinião o melhor Guarda-redes do torneio, a evitar que a Alemanha reentrasse no jogo.

A Itália apenas atacava pela certa e, mesmo assim, teve duas boas oportunidades para ampliar a vantagem, Marchisio e Balotelli não aproveitaram.

Até ao final a Alemanha carregou com a máxima intensidade, as oportunidades surgiam, mas havia sempre um conjunto de quatro ou cinco jogadores “azurros” a evitar o mal maior.

A Alemanha ainda teria tempo para reduzir a vantagem mas a Itália soube, nos dois últimos minutos da partida segurar uma vantagem preciosa e mostrar à Europa e especialmente aos alemães que nem sempre são eles a vencerem, apesar de nos últimos tempos serem eles a mandar.

Esta Itália merece estar na final. Desde há muito que não via uma selecção Italiana jogar tão bem.Com Pirlo e Balotelli a este nível, a Espanha que se cuide!

Pirlo e companhia serão capazes de vencer os campeões da Europa e do Mundo?

Rep. Checa 0 – 1 Portugal (Crónica)

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Ronaldo. Sim, foi ele mesmo. O melhor jogador do Mundo colocou a equipa das quinas no lugar que esta merece. Estamos nas meias finais da competição e agora que venha a Espanha ou França, para nós a diferença é pouca ou nenhuma.

Ontem a equipa comandada por Paulo Bento, com a extraordinária ajuda do extremo do Real Madrid mandou uma chapada (e que chapada) aquela mediocridade que existe em Portugal, que nada adianta ao país e a primeira coisa que faz quando surge o primeiro obstáculo é criticar, e o pior, é que  a critica nunca é construtiva.

Ronaldo e os seus pares carimbaram a passagem para as meias-finais do Europeu e apresentam-se agora à Europa como uma das quatro melhores equipas Europeias, doa a quem doer.

O início da partida até nem começou bem para Portugal. Os checos defendiam bem, estavam compactos e saiam venenosos para o ataque. Os pupilos de Paulo Bento durante a primeira meia hora nunca se conseguiram libertar e tiveram inclusive alguns momentos de aflição, provocados maioritariamente por pura desconcentração.

Após essa meia hora em que ninguém percebe o que se passou, João Moutinho, o motor da equipa na noite de ontem, lançou a equipa para uma exibição de gala. Muito sinceramente não me lembro de ver um jogo neste Europeu onde uma equipa dissesse tão veemente à outra que a queria e iria mandar para casa. O ex-jogador do Sporting carimbou uma exibição extraordinária e permitiu a Ronaldo carimbar também ele grande exibição. Com um golo, duas bolas nos ferros,  uma bicicleta e algumas arrancadas absolutamente fantásticas, o Mundo teve de render-se ao capitão da selecção portuguesa.

Quando já muitos portugueses pareciam padecer de ansiedade crónica, eis que Moutinho faz um cruzamento perfeito para a área checa e, após Hugo Almeida falhar o primeiro cabeceamento, Ronaldo, com um gesto técnico irrepreensível, coloca a bola no fundo da baliza de Petr Ceh, com um cabeceamento absolutamente perfeito.

Se havia dúvidas de que esta selecção não estava a dignificar o nome de um país, que não deve história  a ninguém, penso que essas dúvidas se dissiparam após o jogo de ontem. As más línguas que continuem a criticar que nós continuaremos a apoiar esta selecção rumo ao sonho da conquista. Se já conquistámos o Mundo no passado, somo bem capazes de conquistar a Europa no presente.

Para as meias-finais temos Espanha ou França na calha. Para mim nem uma nem outra me metem medo. Mas a história diz-nos que não somos maiores que eles, portanto, não podemos pensar que o somos. A Espanha é campeã da Europa e do Mundo e obviamente, a favorita à conquista do torneio. Quanto à França não creio que tenha estofo para este Portugal, no entanto com o Senhor Platini no poder acho que não temos grandes chances da chegar à final…

Achas que o sonho é possível?

Rep. Checa 1 – 0 Polónia (Crónica)

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Depois de levarem 4 secos e apenas responderem com um, como se costuma dizer, os representantes da Rep. Checa no Europeu não vacilaram e cumpriram a missão. Ganharam e deixaram os polacos fora do torneio. Para casa não podem ir porque…já lá estão.

A equipa da casa e co-anfitriã do torneio sabia que tinha da ganhar para aspirar aos quartos da competição. Até entraram com intensidade e com transições rápidas, sempre em busca do golo. Mas a energia e a clarividência perderam-se com o passar dos minutos.  Num contra-ataque mortífero dos checos, depois de uma perda de bola dos polacos, Jiracek correu mais de meio-campo antes de receber a bola dentro da grande área, tirar um adversário do caminho e carimbar a vitória checa rumo à próxima fase da competição.

A selecção da casa entrou forte na partida. Dudak e Obraniak foram os protagonistas de jogadas de relativo perigo para os checos. Perquis e Lewandovski acabariam eles também, ainda não tinham decorrido 20m do encontro, por falhar duas ocasiões.

À passagem da meia-hora a Polónia perdeu a alma e à imagem dos outros jogos desapareceu do jogo depois de momentos de muito bom futebol.  A Rep. Checa começou a aparecer no meio-campo da Polónia e, não obstante algumas incursões no ataque, acabou por não conseguir levar perigo à baliza defendida por Tyton, que manteve a titularidade.

No início do segundo tempo notou-se claramente que os polacos estavam esgotados. A equipa de Michal Bilek aproveitou e assumiu as rédeas da partida. Sivok esteve inclusive perto do golo à passagem do minuto 65 com Tyton a negar-lhe o golo numa defesa por instinto.

Hubschman intercetou um passe de Murawski a meio-campo, lançou Milan Baros e este tocou para Jiracek, que tirou um adversário do caminho e marcou de pé direito. O jogador da Rep. Checa assinou o tento que iria valer aos checos, não só a presença nos quartos-de-final como também a vitória no Grupo A deste campeonato da Europa.

Desilusão. Penso ser este o sentimento em solo polaco. A equipa do Leste da Europa adiou, mais uma vez, a conquista da sua primeira vitória em fases finais do Europeu de futebol. O sonho de Kuba e companhia caiu assim por terra depois desta derrota com a selecção da Rep. Checa.

Na tua opinião esta equipa checa tem potencial para chegar longe na competição?

Grécia 1 – 0 Rússia (Crónica)

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Pois é. E Fernando Santos afinal continua no Euro. Depois de um empate no primeiro jogo e uma derrota diante da Rep. Checa nada fazia prever que os gregos levassem de vencida a suposta surpresa da competição…a Rússia. A selecção de Dick Advocaat vai para casa mais cedo e a boa carreira que a equipa russa prometia caiu por Terra, adivinhe-se, com um golo do nosso bem conhecido Karagounis.

Poder-se-á dizer no início do jogo que nada fazia prever esta vitória. A equipa helénica até entrou bem no jogo mas na primeira parte, praticamente por aí ficou.

Depois de um começo estrondoso e de quase meio  Mundo elogiar a equipa dirigida por Dick Advocaat, a Rússia caiu. E caiu de tal forma que toda a energia e bom futebol que tinham, ficou certamente no relvado do primeiro jogo com a Rep. Checa. Arshavin companhia terão de fazer as malas e voltar para casa mais cedo, em 2016 há mais.

Antes do iníco da partida a Rússia comandava o grupo. e nada fazia prever o descalabro que se verificou.

Uma falha de concentração Ignashevich deixou a bola à mercê de Karagounis. O capitão, ex-Benfica, partiu para a área, não desacelerou como Balotelli pela Itália e bateu Malafeev com um remate forte e cruzado já dentro da área. O nº10 grego redimia-se do penalty desperdiçado na primeira jornada, perante a Polónia e colocava, ainda não sabia ele na altura, os gregos nos quartos-de-final da competição da UEFA.

Como nós, portugueses muito bem sabemos, os gregos adoram marcar e meter-se lá bem atrás a defender o resultado. Fernando Santos bem que quer mudar o estilo de jogo da equipa grega mas na altura teve de recorrer à estratégia utilizada em 2004 e que tão bem resultou, nós que o digamos.

Depois do intervalo a Grécia encurtou as linhas e procurou sempre um posicionamento rigoroso. Karagounis caiu na área e benzeu-se como que perguntando como era possível o juiz da partida não marcar grande penalidade. Depois disto o árbitro considerou simulação do jogador grego e mostrou-lhe o amarelo, vai falhar os quartos de final.

Os russos bem tentavam. Tentavam pela esquerda, direita, meio mas os “caminhos para Atenas” estavam tapados e o exército russo acabou por registar um nulo nesta partida.

Holebas que entrou no decorrer do segundo tempo teve ainda tempo para colocar mais uma pitada de desespero nos adeptos russos, o jogador grego atirou ao poste num livre directo.

Haveria ainda tempo para Dzagoev levar Advocaat a um ataque de nervos depois de quase facturar para os russos após cruzamento de Arshavin.

Final da partida. O português Fernando Santos qualifica-se para os quartos-de-final da prova e enche de alegria os milhões de Gregos que exasperavam por este resultado. A Grécia volta a surpreender e promete ser um adversário dificílimo na próxima fase. O primeiro classificado do Grupo B que se cuide.

Será que a história se irá repetir, ou foi apenas sorte para os pupilos de Fernando Santos?

Polónia 1 – 1 Rússia (Crónica)

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Depois de uma primeira parte sempre dominadora esperava-se uma Rússia à imagem do primeiro tempo: dominadora, assertiva e com posse de bola . Aconteceu o inverso. A Polónia acabaria restabelecer a igualdade  a 1 no marcador, com um remate fantástico do capitão Kuba, a fazer abanar as redes de Malafeev. Mas já lá vamos.                                               

Jogo disputado na casa da selecção anfitriã, o Estádio Nacional de Varsóvia, os polacos desiludiram no início da partida e durante a primeira parte raramente conseguiram fazer o suficiente para contrariar o domínio, embora inconsequente, dos russos. Os pupilos de Dick Advocaat praticavam um futebol apoiado procurando sempre a frente de ataque, Kerzhakov, Dzagoev e Arshavin sempre protegidos pelo magnífico médio defensivo Denisov. A Polónia por outro lado procurava as transições rápidas mas Lewandovski e companhia esbarravam sempre no muro russo.

O mesmo acontecia do outro lado, a equipa de Advocaat, composta maioritariamente por jogadores do Zenit, tentava penetrar na defesa polaca mas encontrou sempre um Wasileswki  muito seguro e concentrado na partida.

Com 59% de posse de bola, a Rússia acabaria por chegar ao primeiro tento depois de muito insistir. Não porque tenha tido muitas ocasiões flagrantes mas porque o perigo já há muito que rondava a baliza de Tyton. Zhirkov sofreu falta no lado esquerdo do ataque russo, Arshavin bateu o livre e…o inevitável Dzagoev marcou o seu terceiro golo na competição e colocou a Rússia a ganhar por 1-0.

Aos 56m de jogo, quando nada o fazia prever, o jogador do Borussia de Dortmund, Kuba que é também o capitão da Polónia, flectiu para o meio vindo do lado direito do ataque, tira um adversário do caminho e desfere um remate sensacional que fez abanar as redes de Malafeev. Golo de bandeira do jogador polaco.

Com algumas alterações estratégicas, a selecção co-anfitriã, conseguiu ganhar largura de jogo e assertividade e exibiu-se a bom nível na segunda parte. Até ao final do encontro a Polónia foi sempre a equipa que mais procurou o golo e foi também aquela que mais perto teve de concretizar. Uma nota também para a entrada de Izmailov em campo para render Dzagoev, ele que tem sido uma das figuras da competição até á data.

Após uma primeira parte de completo domínio, nada fazia prever a excelente reacção da Polónia. O grupo A está efectivamente ao rubro e, qualquer uma das equipas pode lograr chegar à próxima fase.

Quais achas que serão as equipas qualificadas?

Grécia 1 – 2 República Checa (Crónica)

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Depois de uma pesada derrota frente à Rússia no primeiro jogo, a Rep. Checa ganhou aos comandados de Fernando Santos por 2-1. Um jogo em que os checos  foram melhores na primeira metade mas na segunda parte da partida a Grécia tentou repetir a história do jogo inaugural. Com esta vitória, Rosicki e companhia colocam-se em boa posição para, caso ganhem à Polónia no último jogo, passarem aos Quartos-de-final da competição.

A equipa de Michal Bilek reagiu de uma forma brilhante à derrota que lhe foi imposta na passada quarta-feira pela Rússia. Desta feita os checos não foram de modas e aos seis minutos já estavam a ganhar por 2-0. Petr Jiráček e Václav Pilař marcaram os golos e colocaram a Rep. Checa em posição confortável na partida. O jogo disputado em Cracóvia conheceria ainda um golo da equipa comandada por Fernando Santos. Aos 8 minutos do segundo tempo um erro incomum do guardião do Chelsea, Petr Cech, permitiu ao recém entrado, Fanis Gekas, reduzir o marcador e colocar a Grécia de novo  em jogo.

Fernando Santos ficou sem os dois centrais titulares na partida com a Rússia, um por lesão outro por castigo, e com isso teve de reinventar o eixo da defesa. Kyriakos Papadopoulos e o médio Kostas Katsouranis foram a dupla improvisada pelo seleccionador grego. Quando estes estavam ainda em fase de adaptação, eis que Tomáš Hübschman descobre Jiráček  e este inaugura o marcador  colocando os checos na frente do marcador.

Uma desmarcação de Theodor Gebre Selassie que surpreendeu tudo e todos, menos Tomáš Rosický, que acabou por receber o passe do defesa-direito e cruzou rasteiro, Kostas Chalkias não conseguiu interceptar e Pilař empurrou a bola, e o infeliz Katsouranis, para além da linha de golo. A Grécia não teve pois, tempo para se recompor após o primeiro golo. Novamente um mau incio para os pupilos do português Fernando Santos.

Os adeptos que marcaram presença no Estádio Municpal de Cracóvia estavam longe de adivinhar o que estava para acontecer, um erro poder-se-á dizer incomum do guardião checo, Petrc Cech, depois de não ter conseguido interceptar com firmeza o cruzamento de Samaras, permitiu ao recém entrado na partida Gekas reduzir para 2-1 e fazer reacender a esperança dos gregos na partida.

Com esta derrota achas que a Grécia ainda tem hipóteses de se qualificar para a próxima fase?

Rússia – Rep. Checa (Crónica)

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O segundo encontro do EURO 2012 trouxe-nos aquilo que todos nós amantes do desporto-rei queremos, golos. E a equipa de Dick Advocaat tratou de nos arranjar um número bem simpático. 4-1, foi o número que a Rússia aplicou à sempre difícil selecção Checa. Para todos aqueles que suspeitavam que a Rússia tinha efectivamente uma grande equipa, este jogo veio confirmar essas mesmas suspeitas. Depois das vitórias frente à Itália (3-0) e Dinamarca(2-0), a equipa do Leste demonstrou em campo o porquê de querer ir longe na competição.

Podemos definir a equipa de Dick Advocaat como uma equipa sólida, acutilante e com boas soluções ofensivas. Numa partida com muitos golos, Arshavin e companhia poderiam ter saído do recinto de jogo com uma vitória à antiga.

Para que tenhamos uma ideia do poderio da Rússia na partida, Kerzhakov,  dispôs, só ele de sete oportunidades de golo, a maioria remates completamente disparatados. Dzagoev e Zyryanov também tiveram nos pés excelentes oportunidades para marcar mas não concretizaram os lances em golos. Fazendo um apanhado daquilo que se passou em campo, a selecção Checa teve posse de bola mas nunca foi objectiva e raramente conseguiu equilibrar a partida. A Rússia por outro lado foi sempre mais acutilante, incisiva e perigosa nas transições.

Sempre com classe e velocidade, os comandados de Dick Advocaat acabaram por confirmar o que se adivinhava e Dzagoev e Shirokov colocaram os russos em delírio alterando o marcador para 2-0 a favor da Rússia. A Rep. Checa viria  a reduzir por Pilar  e mais tarde,  a asustar pois dispôs de uma boa oportunidade para igualar a partida mas Rosicky não marcou e a partir daí só deu Rússia.

Arshavin e companhia pegaram no jogo e arrumaram a questão. Pavlyunchenko assistiu Dzagoev para o terceiro golo russo e fez ele próprio, após grande jogada individual, o quarto golo, que encerrou o resultado.

Para aqueles que assitiram ao encontro não será excessivo considerar esta equipa do Leste Eurpeu como uma das boas selecções  a ter em conta. Todos nós vimos a capacidade ofensiva da Rússia. Definitivamente um conjunto a ter em conta neste Campeonato da Europa.

Até onde achas que esta excelente equipa poderá chegar?

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